quinta-feira, 30 de outubro de 2008



outra vez.

risquei no meu braço aquilo em que mais acredito.
somnium.

Tive alguns nesta noite.
Eu usava uma cueca preta, tocava um trompete, conhecia uma garota no metrô.

Isso é meu, e faço o que quiser nessas 6, 8 ou dez horas.
É infinito.

quando o sol já luta com a fresta da janela emperrada, termina, pra começar de novo no travesseiro seguinte.

para acordar suado ou cansado.
para acordar em paz de novo.

Infinito outra vez, em eternas repetições de situações coloridas.


escrito por Gabriel Caropreso às 19:45


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