domingo, 15 de junho de 2008
caleidoscópio
Um assunto puxa o outro.
As coisas são assim mesmo.
Umas cores, uns espelhos, umas ilusões.
Uma paixão, uma loucura, uma semana e fim!
E nada é de novo. Semelhante talvez. Mas ser de novo como a segundos atrás, não.
O amor é como um caleidoscópio.
Novas configurações trazem novas surpresas, e nada é como antes, como a vida.
Como os sistemas, como o mundo, como o universo.
Uma constelação entre espelhos.
Amar é tão fácil. É só olhar as cores e as formas.
E pronto, o corpo faz o resto.
O problema é que o ódio funciona assim também.
escrito por Gabriel Caropreso às 16:41